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Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA) abre programação de 2026 com duas exposições inéditas em Belém
Com entrada gratuita, público pode visitar “Meu Tema Sou Eu”, do artista paraense Emmanuel Nassar, com curadoria de Vânia Leal, e “A vida não é paisagem”, de Nay Jinknss e Bruno Jungmann, sob curadoria de Keyna Eleison

Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia.
12/03/2026 - 07h00
O Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA) retoma sua agenda cultural em 2026, no próximo dia 13 de março, com a abertura simultânea de duas exposições inéditas e gratuitas, que ocupam diferentes espaços do prédio, localizado no bairro do Comércio, em Belém. No térreo, o público poderá visitar a mostra “Meu Tema Sou Eu”, do artista paraense Emmanuel Nassar, com curadoria de Vânia Leal. Já no primeiro piso, será apresentada a exposição “A vida não é paisagem”, assinada pelos fotógrafos Nay Jinknss e Bruno Jungmann, sob curadoria de Keyna Eleison.
Reconhecido nacional e internacionalmente, Emmanuel Nassar retorna ao CCBA após forte presença recente no circuito cultural local. Em 2023, participou da primeira edição da Bienal das Amazônias e, em 2024, lançou uma monografia dedicada à sua trajetória e apresentou a instalação 18 Chapas, ampliando o acesso do público à sua produção.
Para o artista, a exposição representa um percurso afetivo e coletivo. Nassar define a mostra como uma síntese de sua trajetória artística construída em diálogo com a cidade e com o público que acompanha sua produção ao longo dos anos. “Para um artista com mais de 70 anos como eu, toda mostra é uma retrospectiva. E esta, no CCBA, é muito especial porque marca um reencontro com o público local e, em particular, com amigos colecionadores de boas lembranças”, afirma Nassar.
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No primeiro piso, a exposição “A vida não é paisagem” propõe um diálogo visual entre territórios e experiências. A paraense Nay Jinknss e o pernambucano Bruno Jungmann fotografam tanto em seus locais de origem quanto nos territórios um do outro, explorando perspectivas cruzadas sobre pertencimento e convivência.
Para Nay Jinknss, participar da exposição em Belém marca um momento importante de reconhecimento pessoal e profissional, reunindo fotografia, educação e trajetória artística em sua cidade natal. Já Bruno Jungmann destaca que a mostra representa um marco em sua carreira, sendo sua primeira exposição na região Norte e uma oportunidade de compartilhar experiências culturais entre Pará e Pernambuco.
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A abertura das exposições marca oficialmente a reativação da programação cultural do CCBA em 2026, reafirmando o espaço como ponto de encontro entre diferentes linguagens artísticas e produções contemporâneas da Amazônia e de outras regiões do país. Para Lívia Condurú, presidente fundadora da Bienal das Amazônias, o CCBA entra em uma nova fase com o desejo claro de se aproximar ainda mais de Belém. “Queremos que a cidade nos reconheça como um ponto de encontro da coletividade, onde nosso espaço, com programações gratuitas, reverbere o bairro que o abriga: um território onde as diferenças convivem, onde a dissonância é potência criativa”, sintetiza Lívia.
SOBRE O CCBA
Com quatro pavimentos, quase oito mil metros quadrados de área e localizado na Campina, bairro histórico da região central de Belém, o CCBA se consolida como um grande espaço para a realização de programas de residência, exposições de artes visuais, mostras de cinema, apresentações musicais e seminários, entre outras atividades, na capital paraense. Requalificado, o edifício onde funcionou por muitos anos uma loja de departamentos que marcou o comércio local e a memória de muitos belenenses, a Y.Yamada, se tornou a sede do Instituto Bienal das Amazônias, logo após a realização da 1ª Bienal das Amazônias. Além das áreas expositivas e espaços de circulação, adaptáveis a diferentes usos, o CCBA conta com salas multiuso. Esses ambientes ampliam o acesso às práticas culturais e asseguram que públicos diversos se apropriem do espaço como galeria, centro cultural e museu.
Serviço:
Reabertura da programação do CCBA na temporada 2026/1 com as exposições “Meu Tema Sou Eu”, de Emmanuel Nassar (curadoria: Vânia Leal) e “A vida não é paisagem”, de Nay Jinknss e Bruno Jungmann (curadoria: Keyna Eleison).
Local: Rua Senador Manoel Barata, 400 - Comércio, Belém (PA) - Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA).
Período: 13 de março a 30 de junho de 2026.
Horário de funcionamento: quartas e quintas das 9h às 17h; sextas e sábados das 10h às 20h; domingos e feriados das 10h às 15h.
Entrada: gratuita.
Classificação: Livre
Site: www.bienalamazonias.org.br
Instagram: @ccba.belem
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